Sobre

Quem é
Murilo Mattos?

Mais camaleão do que "menino da arte". Jovem empresário criativo que se interessa por história, geografia, filosofia, tecnologia, games, cinema e literatura.

01 — História de origem

Morei fora do país — Bélgica e Portugal — e comecei a empreender ainda cedo, com o primeiro negócio nas mãos antes da idade em que muita gente escolhe a faculdade.

Empreender jovem significou esbarrar, o tempo todo, na mesma barreira: a desconfiança. Foi ali que aprendi que competência não se prova com discurso — se prova com trajetória bem contada.

O cliente mais satisfatório até hoje é a Rastro Films. O negócio cresceu rápido e precisava transmitir seriedade suficiente para que a idade do dono não virasse um desconto obrigatório no valor do serviço.

02 — Sou comparado com

Mas não sou nada disso.

01

Enredo (a maior agência de Goiânia)

O que dizem

Escala tende a padronizar e tratar marcas diferentes com a mesma receita.

Na verdade

O processo se adapta à realidade e à prioridade de cada cliente — o cliente não é encaixado num molde pronto.

02

Inteligência Artificial

O que dizem

A máquina entrega um resultado lógico, sem o vínculo necessário.

Na verdade

Toda marca que expressa seriedade e confiança é construída a partir do conhecimento pessoal que o empresário tem do próprio negócio.

03

Agências de marketing

O que dizem

Entregam e desaparecem.

Na verdade

É necessário considerar a cultura do negócio, e não focar apenas em materiais soltos.

03 — Com quem me conecto

O jovem
mal compreendido.

É um prestador de serviço com o negócio em crescimento, mas que depende inteiramente da percepção pessoal. Está crescendo, mirando objetivos maiores, e sempre enfrenta o mesmo obstáculo no momento de ser levado a sério: a idade.

Ouve que "é muito novo" e "é muito caro". Essa desconfiança se reflete direto na captação: chegam clientes com a expectativa errada, querendo pagar pouco ou decidir o que será feito — sintoma de que o mercado ainda não o vê como autoridade, e sim como mão de obra barata e maleável.

No fundo, o que ele quer é ser levado a sério.

04 — Narrativa

Os mais velhos se questionam sobre a gente.

Pensam que jovens não querem trabalhar, que querem tudo na mão, que somos preguiçosos e duvidam da nossa funcionalidade.

Cobram hiper-experiência sem entender que estamos vivendo para construí-la, assim como eles fizeram um dia.

E, verdade seja dita, às vezes a gente busca atenção em vez de confiança e vive o momento sem pensar no longo prazo.

Mas enquanto somos desvalorizados, estamos convictos do que queremos, conectados com as novidades e com a perseverança de quem sabe que desistir não é um caminho.

Somos subestimados exatamente onde deveríamos ser valorizados: somos o motor de inovação, com perspectivas e soluções mais práticas.

Se esperamos empatia dos dois lados, sabemos que não podemos vencer essa guerra geracional no grito. Só precisamos nos colocar no lugar do outro para ser levado a sério, sem atrito e desconfiança — para então ter um processo de trabalho fluido.

Podemos ser julgados por idade, mas escolhemos ser julgados por nossa capacidade.

Escolhemos ser valorizados pela vontade de evoluir — e não nos escondendo atrás de uma falsa seriedade.

05 — Crença central

"Idade ou tempo de mercado não comprovam competência."

06 — Mecanismo do problema

Por que a barreira existe.

Profissionais jovens — tanto de idade quanto de mercado — são associados a preços baixos e flexibilidade excessiva de trabalho.

Pessoas mais velhas associam juventude à inexperiência e, por isso, dão sugestões sobre como o profissional jovem deve trabalhar. Existe uma visão desmerecedora por padrão.

Do outro lado, muitos jovens tentam transmitir seriedade fingindo autoridade de dois jeitos:

  • A. Se escondendo atrás de uma imagem corporativa artificial.
  • B. Postando foto de clientes como se fosse currículo.

Mas isso não prova conhecimento nem experiência — não demonstra a autoridade que já se tem.

07 — Mecanismo de solução

Autoridade se revela.
Não se inventa.

  1. 01

    Investigação

    Conhecer o cliente e mergulhar na história dele.

  2. 02

    Reconhecimento

    Identificar a autoridade construída na trajetória pessoal.

  3. 03

    Materialização

    Criar materiais visuais e ações que sustentem a credibilidade.

  4. 04

    Consequência

    A idade deixa de ser atrativo para oportunistas.

Os clientes deixam de olhar para a sua idade quando você demonstra a credibilidade que já foi construída — antes mesmo deles precisarem perguntar.

Vamos conversar

Se você quer ser
levado a sério,
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